Hoje, os Estados Unidos informaram a Diretora-Geral Audrey Azoulay sobre a decisão dos Estados Unidos de se retirarem da UNESCO. A continuidade do envolvimento na UNESCO não é do interesse nacional dos Estados Unidos.
Isso repete a declaração feita pelo presidente dos EUA, Trump, em seu primeiro mandato como presidente e posteriormente revertida pelo presidente dos EUA, Biden.
A UNESCO trabalha para promover causas sociais e culturais conflitantes e mantém um foco desmedido nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, uma agenda globalista e ideológica para o desenvolvimento internacional, em desacordo com nossa política externa "América em Primeiro Lugar". A decisão da UNESCO de admitir o "Estado da Palestina" como Estado-Membro é altamente problemática, contrária à política dos EUA, e contribuiu para a proliferação da retórica anti-Israel dentro da organização.
A participação contínua dos EUA em organizações internacionais se concentrará em promover os interesses americanos com clareza e convicção.
De acordo com o Artigo II(6) da Constituição da UNESCO, a retirada dos EUA entrará em vigor em 31 de dezembro de 2026. Os Estados Unidos permanecerão como membro pleno da UNESCO até então.



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