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Organização Mundial da Saúde rejeita o uso de passaportes COVID para reabrir viagens

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Organização Mundial da Saúde rejeita o uso de passaportes COVID para reabrir viagens
Organização Mundial da Saúde rejeita o uso de passaportes COVID para reabrir viagens
Escrito por Harry johnson

As nações mais ricas compram vacinas, enquanto os países mais pobres ficam sem doses suficientes para vacinar com eficácia sua população

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  • OMS se opõe ao uso de comprovante de vacinação como condição para viagens internacionais
  • A OMS teme que a vacinação por si só não impeça a transmissão do vírus
  • A OMS recomenda que os países imponham medidas de quarentena para viajantes internacionais

Reiterando sua posição anteriormente declarada, o Comitê de Emergência da Organização Mundial da Saúde (OMS) rejeitou veementemente o uso de passaportes COVID para reabrir viagens, por temer que as vacinas por si só não impeçam a transmissão do vírus.

Na reunião de hoje, o Organização Mundial de Saúde disse que se opõe ao uso de comprovante de vacinação como condição para viagens internacionais devido à falta de evidências sobre o impacto da vacinação na transmissão do coronavírus.

A declaração da OMS surge em meio ao alarme do grupo sobre “a persistente desigualdade na distribuição global de vacinas”, com o organismo internacional de saúde afirmando que os passaportes COVID apenas promoveriam ainda mais a desigualdade de liberdade de movimento.

Em vez disso, a OMS recomendou que os países imponham medidas de quarentena para viajantes internacionais e introduzam “abordagens coordenadas, limitadas no tempo, baseadas em risco e baseadas em evidências para medidas de saúde”.

As preocupações sobre a desigualdade que seria causada pelo uso de passaportes COVID foram geradas por nações mais ricas que compraram vacinas, enquanto os países mais pobres ficaram sem doses suficientes para vacinar sua população com eficácia. 

A OMS descreveu essa divisão crescente entre os lançamentos nacionais de vacinas como um “Ultraje moral” e “falha moral catastrófica”, exigindo que os líderes mundiais apoiem uma distribuição mais equitativa de vacinas.

Apesar dessas preocupações, a OMS elogiou o progresso de seu esquema internacional COVAX, que planeja entregar 2 bilhões de doses da vacina COVID globalmente até o final de 2021, além das implementações domésticas executadas por governos estaduais. O projeto visa principalmente apoiar os estados de baixa renda que, de outra forma, teriam dificuldades para garantir as doses das vacinas.

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