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EUA vão parar de emitir vistos para cidadãos do Camboja, Eritreia, Guiné e Serra Leoa

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O Departamento de Estado dos EUA disse que vai parar de emitir certos tipos de vistos para cidadãos do Camboja, Eritreia, Guiné e Serra Leoa, por causa de sua recusa em aceitar de volta cidadãos deportados.

A nova política foi exposta em cabogramas do Departamento de Estado pelo secretário de Estado Rex Tillerson na terça-feira. A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, confirmou que as restrições foram impostas em todos os quatro países a partir de quarta-feira, de acordo com a AP.

As restrições foram discutidas pela primeira vez por funcionários americanos no mês passado, depois que o Departamento de Segurança Interna recomendou que o Departamento de Estado tomasse medidas contra as quatro nações por sua recusa em cooperar com a política de imigração do governo Trump.

Em seu anúncio sobre as sanções para vistos, o DHS disse que os quatro países não foram confiáveis ​​na emissão de documentos de viagem para seus cidadãos. Por este motivo, “o ICE foi forçado a libertar nos Estados Unidos cerca de 2,137 cidadãos guineenses e 831 cidadãos da Serra Leoa, muitos deles com condenações criminais.”

O DHS disse que há aproximadamente 700 cidadãos eritreus residindo nos Estados Unidos com ordens finais de remoção. Mais de 1,900 cidadãos cambojanos também estão sujeitos à ordem final de remoção, desses 1,412 têm condenações criminais.

Para os cambojanos, as restrições aos negócios e ao turismo só afetarão os funcionários do Ministério das Relações Exteriores com o cargo de diretor-geral e acima, junto com suas famílias.

A Embaixada dos EUA na Eritreia vai parar de emitir vistos de negócios e turismo para cidadãos eritreus, com "exceções limitadas", disse em um comunicado.

A Guiné, nação da África Ocidental, disse que as novas restrições aos vistos de negócios, turismo e estudantes afetarão apenas funcionários do governo e parentes próximos.

“Estamos todos surpresos com a decisão das autoridades americanas sobre a decisão das autoridades americanas, mas o ministro das Relações Exteriores está neste momento trabalhando para que a situação volte ao normal”, disse o porta-voz do governo da Guiné, Damantang Albert Camara, à Reuters.

Em Serra Leoa, as restrições aos vistos de negócios e turismo afetarão os funcionários do Ministério das Relações Exteriores e da imigração.

Os vistos já concedidos não são afetados pelas novas regras.

Há uma dezena de outros países, entre eles China, Cuba, Vietnã, Laos, Irã, Birmânia, Marrocos e Sudão do Sul, listados como recalcitrantes em aceitar deportados. A lei federal permite que o Departamento de Estado impeça que todos ou tipos específicos de vistos sejam emitidos para essas nações.

A instância mais recente foi em outubro de 2016, quando o governo Obama parou de emitir vistos para funcionários do governo gambiano e suas famílias, porque o governo não estava aceitando de volta os deportados americanos da Gâmbia.

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